|
.:: Chan, o homem
::.
|
|
Obs.: Essa matéria é uma versão do texto original escrito por Lee Server. Ele fala um pouco do filme "A Armadura de Deus" além de retratar também a história do astro Jackie Chan. Em um castelo na Iugoslávia rural, o
herói de filmes de ação Jackie Chan estava sobre um
parapeito a 40 pés do chão, pronto para saltar para uma
árvore. Com sua produção de Hollywood "standard", o
Diretor gritaria "corta", e a estrela voltaria ao chão e um
dublê faria o salto. Mas Jackie Chan é diferente: O
corajoso Ator de Hong Kong que se tornou ídolo no mundo,
sempre faz as cenas perigosas de seus filmes. Jackie falou: "Se nos livros de cinema tiverem uma página inteira para cada um destes atores, Charlie Chaplin, John Wayne, Steven Spielberg, e apenas uma linha dedicada a Jackie Chan. Eu já estou satisfeito". - Esta entrevista foi colocada pelo PJC, se encontrar em outro site foi copiada - |
|
.:: Jackie Chan...Um desenho?
::.
|
|
Obs.: Essa entrevista está no fim do DVD de "As aventuras de Jackie Chan" Vol 1, a busca pelos talismãs. Adrian/11 anos - Jackie, o que o
inspirou a fazer esta série? Eric/11 anos - Jackie, por que
você faz todas as cenas perigosas de seus
filmes? Adrian/11 anos - Jackie, como
mantém a forma? - Esta entrevista foi colocada pelo PJC, se encontrar em outro site foi copiada - |
|
.:: A Super Máquina
::.
|
|
Como foi trabalhar de novo com Chris Tucker, seu
melhor amigo?
Ele não é meu amigo. Eu o odeio (risos). Fico nervoso toda vez que tenho que contracenar com ele. Ele muda todos os diálogos. Cheguei a ponto de nem olhar mais para o roteiro. Na verdade, ficamos amigos depois do primeiro filme acabar. Como continuamos mantendo contato, as pessoas começaram a sugerir uma seqüência. Falamos a respeito, e concordamos em fazê-la. Hoje, adoro o Chris. Você não se cansa
desse gênero de filmes? Já pensou em fazer
outros? O que o fez mudar de
idéia? Vocês chegaram a
conversar? Então é o "viver
perigosamente" que mantém seu entusiasmo? É verdade que você
fará um filme com Steven Spielberg? Sobre o que
é? Você contracena com
Zhang Ziyi, a heroína de O Tigre e o Dragão. Já a
conhecia? Quando você começa
a rodar Shangai Knight (seqüência de Shangai
Noon)? O que sonhava ser quando
criança? |
|
.:: Matéria feita pela
revista Veja - 1995 ::.
|
|
. Sem Dublês Fonte: JCBR (www.jackiechanbr.cjb.net) |
|
.:: O Maior astro de filmes de
Ação do Mundo ::.
|
|
Obs.: Essa é uma versão de uma matéria feita por uma revista, que "fala dos Asiáticos mais influentes na América ", Jackie é o 7º. O Autor da matéria é desconhecido. No segundo tiro dele ao estrelato de Hollywood, a
versão Inglês-dublada de (Jackie Chan) de Hong Kong deu
certo, Arrebentando em Nova York foi um sucesso. Enquanto ganhava
dinheiro em cima de corações americanos e mentes (como
também ganhou uma banheira de pipoca de bronze da MTV que o
apresentou como "Prêmio de Realização Vitalício
deles/delas") Chan seguiu seu sucesso com SuperCop, e se tornou um
freqüente, e engraçado convidado em Letterman e
Leno. - Esta entrevista foi colocada pelo PJC, se encontrar em outro site foi copiada - |
|
.:: A Criança do
Karatê (The Karate Kid) ::.
|
|
Jackie Chan e a emoção das
cenas - Esta entrevista foi colocada pelo PJC, se encontrar em outro site foi copiada - |
|
.:: A Persistência de "Chan"
em fazer uma cena boa de verdade ::.
|
|
Jackie Chan parece distante do barulho e do caos que existe ao seu redor. A equipe está se preparando para filmar. Marceneiros colocam de volta partes de um balaústre que foi destruído na última tomada, e retocam a pintura. Os cinegrafistas checam seus complexos equipamentos, enquanto o diretor de fotografia grita com a equipe de iluminação que está na galeria suspensa. Vários dublês treinam uma intrincada seqüência em câmera lenta. Parece um balé moderno estilizado. Quando a câmera for ligada, tudo será destruído freneticamente em segundos. “O.k.!”, Jackie diz para ninguém em particular. “Pronto para recomeçar!” O monitor mostra o que acaba de ser filmado. Jackie achou que podia melhorar. Algo que não poderia ter visto sem a ajuda do playback do vídeo ligado diretamente a sistema de câmera, porque além de dirigir, ele é também o astro. O s atores, dublês e a equipe perderam as contas de quantas vezes Jackie os ensaiou para estes poucos segundos de ação, mas ele repete a cena novamente como se a primeira vez. Como ator e diretor, Jackie parece estar em todos os lugares, mas seu envolvimento vai mais além. O nome escrito nas câmeras é o mesmo que aparece nas luzes e caixas de equipamentos: Filmtech. Este nome também está escrito em três grandes caminhões “cinemobiles”, estacionados do lado de fora. Filmtech é a empresa de Jackie Chan que aluga equipamentos de produção e serviços para o cinema e produções de televisão. O canhão de luz que faz a iluminação foi equipado com um lastreador fornecido por outra companhia de Jackie Chan, a mesma que fornece iluminação aos especialistas ingleses, a Rank-Strand. Os dublês são todos membros da Associação de Dublês de Jackie Chan, uma mistura de escola de dublês, agência de emprego e sociedade beneficente. Alguns atores e figurantes foram escolhidos através da companhia chamada Jackie’s Angels, uma agência de talentos e modelos, criada por Jackie Chan. Jackie não é só um cineasta líder da Ásia. Ele é uma indústria! Não aconteceu do dia para a noite. Quando Jackie tinha sete anos, seus pais mudaram-se para Hong Kong para trabalhar na embaixada americana em Cancera. Jackie foi contratado junto com outros cem ou mais estudantes, para a escola de ópera chinesa de Hong Kong. Era muito diferente de La Scala. A ópera chinesa é mais Vaudeville que Verdi; uma apresentação energética de ginástica e artes marciais inserida num melodrama altamente estilizado e de decibéis elevados. Freqüentemente a escola fornecia estudantes como dublês para filmes de Kung Fu, feitos em Hong Kong. Jackie se esforçava para que sempre fosse escolhido. “Eu adorava estar nos sets de filmagem”, relembra ele com entusiasmo típico. “Eu assistia tudo, aprendia tudo. Além disso”, diz brincando, “os escolhidos tinham mais comida.” Não levou muito tempo até que seu talento natural chamasse a atenção de diretores. Logo estava sendo chamado para fazer cenas mais importantes. Tornou-se diretor de dublês, desenvolvendo e fazendo seqüências inteiras de ação. Sua imaginação e senso de timing era evidente, mas havia algo além disso. Carisma? Perfil de astro? Seja qual for, era uma característica que não podia ser ignorada. Em 1976, Jackie estava demonstrando a um dublê como uma cena de morte devia ser feita, quando o diretor reconheceu esse “algo” e Jackie conseguiu seu primeiro papel como ator. Ele apareceu em mais de doze filmes nos dois anos seguintes. Tudo ia bem, mas Jackie queria fazer mais, colocar sua marca em um filme. Ele queria dirigir. Teve esta chance em 1980, quando a Golden Harvest deu-lhe a direção de Young Master no qual também atuava e foi co-autor. Desde então, estrelou e/ou dirigiu 23 filmes e produziu dois outros: o premiado Rouge, e Actress. Durante este tempo, reinventou completamente os filmes de Kung Fu. O que surgiu foi um gênero totalmente novo que mistura ação, aventura e comédia. Talvez com uns toques de Keaton e Chaplin, Peckinpah e Spielberg e sempre com o eterno otimismo de Capra. Mas a visão é de Jackie Chan. Alguns se tornaram clássicos e quebraram recordes de bilheteria. Entre outras coisas, Jackie é franco e aberto a críticas. Nunca perdeu sua predileção pela honestidade com tudo e com todos, e também com ele mesmo. Tanto como ator quanto diretor, ele é o seu mais duro crítico. As exigências que faz de si mesmo no set de filmagem são iguais as de sua vida pessoal. Sempre encontra tempo em sua agenda lotada para causas nobres. Dedica tempo, talento e milhões a inúmeras causas beneficentes e projetos de serviços públicos como a Cruz Vermelha, a World Vision, a UNICEF, The Community Chest, a Children’s Cancer Fund e a Special Olympics. Em 1987, criou a Jackie Chan Charitable Foundation, que financia um grande número de projetos, hospitais e bolsas de estudos. Há outro ponto a mencionar. A infiltração do crime organizado é um problema perene para a indústria do entretenimento, em muitos países. Jackie Chan conhece muito bem esses problemas. Sua postura corajosa com relação ao assunto rendeu-lhe o respeito da indústria e das autoridades. Jackie está pronto. - Esta entrevista foi colocada pelo PJC, se encontrar em outro site foi copiada - |
|
.:: Chan, Chan, Chan,
Chan! ::.
|
|
Máteria feita pela
Revista Herói de Dezembro de 2002 - Nº 41 |